segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

TÉCNICAS DE MEMORIZAÇÃO


 Já passas-te por aquela horrível experiência de ter estudado e depois esquecer tudo ou bloquear na hora do teste? Está na hora conheceres técnicas de memorização. Atenção! Não são truques nem milagres. Só funcionam se estudares e, simultaneamente, utilizares as técnicas adequadamente. Na verdade, utilizamos muito pouco da nossa capacidade de memorização. Mas podemos, através de métodos simples e eficazes, aumentar grandemente o nosso poder de memorização por isso, toca a despertar o génio que há em ti!
ESTRATÉGIAS DE MEMORIZAÇÃO
  • Compreender antes de memorizar. Isto é elementar e fundamental!
  • Descansar alguns minutos antes de começar a memorizar. Ajuda a recuperar forças que actuarão positivamente quando se inicia um novo ciclo de estudo.
  • Empregar o maior numero de entradas sensoriais para memorizar. Há estudos que mostram que só conseguimos reter 20% do que ouvimos, 30% do que vemos 50% do que ouvimos e vemos e 80% do que ouvimos, vemos e fazemos. A retenção da informação será tanto mais forte e duradoura, quanto mais numerosas e vivas forem as vias de entrada de informação (principalmente os ouvidos, a visão e o tacto). Portanto, a leitura oral e mental, sublinhar e desenhar ajudam a que as impressões se tornem mais duradouras.
  • Um método de memorização, empregue com excelentes resultados, abarca os seguintes passos:
·         Leitura rápida da lição ou questão que se quer aprender, com o objectivo de obter uma ideia global da matéria.
·          Leitura mais lenta. Agora é necessário voltar a ler e deter-se sobre aqueles aspectos que se considera serem mais importantes, o que não seria possível sem o primeiro passo.
·    Sublinhar os pontos importantes.
·    Fazer um esquema escrito, seguindo aquilo que já foi sublinhado. Visa a compreensão do esquema e a reflexão sobre ele.
·    Elaborar um resumo, completando o esquema anterior.
·     Repetir oralmente o esquema ou o resumo até o fixar.
·    Assumir o papel de professor: expor a matéria como se estivesses a dar uma aula, ou ensinar a matéria a alguém que conheças.
·    Utiliza a imaginação, faz desenhos, representa, etc.
TÉCNICAS DE MEMORIZAÇÃO
Repetição: A forma mais simples de decorar uma determinada informação é exactamente repeti-la até que esteja apreendida.
Imagens mentais: Esta técnica baseia-se na ideia da memória fotográfica. Para as pessoas que tenham facilidade em decorar imagens, aconselha-se o recurso a uma informação bem estruturada, por exemplo, em esquemas.
Palavra-Chave: a ideia desta técnica é associar um tópico a cada palavra chave, de modo a que ao lembrarmo-nos desse termo nos recordamos de todo um raciocínio ou de toda uma matéria.
Rimas e jogos: Este tipo de método muitas vezes recorre a palavras que soam a outras e que têm um sentido caricato na frase, o que faz com que a memória fixe mais facilmente pois apela à sua compreensão afectiva
Factores que influenciam a memorização:

Ligações afectivas: É mais fácil lembrarmo-nos daquilo que gostamos, das matérias que nos agradam. Assim, há que procurar motivos de interesse nos temas que temos de aprender ou até, associar os conteúdos menos agradáveis a momentos e situações agradáveis (por exemplo: estudar num local agradável)
Utilidade: Quando não encontramos utilidade no que temos de aprender a motivação para memorizar é bastante baixa. Deste modo, é necessário apelar ao sentido prático para encontrar alguma forma de aplicação dos conhecimentos. Podemos sempre falar com os professores para que estes nos ajudem a perceber a utilidade dos conteúdos, quanto mais não seja como pré-requisitos para a aprendizagem de outros conteúdos, esses sim verdadeiramente interessantes.
 Esquematização e Visualização: É mais fácil lembrarmo-nos da localização de um determinado tópico na página em que o inserimos do que das explicações que se inseriram dentro desse tópico. Quando lemos um jornal, aquilo que fixamos mais facilmente são as fotografias e os títulos que nos chamam mais a atenção. Por esse motivo, quando se elaboram apontamentos se deve ter o cuidado de fazer uma apresentação muito apelativa e organizada, e se possível gráfica, para que seja mais fácil a memorização dos conceitos.
Necessidade e Urgência: quando um teste ou exame se aproxima sentimos mais a necessidade de estudar mas simultaneamente aumenta a pressão que faz com que o estudo tenha menor eficácia e dure menos. Por isso, uma memorização e compreensão com uma certa antecedência é mais benéfica.
 Saúde: O equilíbrio no sono e alimentação é fundamental para o funcionamento intelectual. Algumas vitaminas são essenciais para o funcionamento apropriado da memória: Tiamina, ácido fólico e vitamina B12. São encontrados no pão, cereais, vegetais e frutas.

Por fim, deves confiar na tua memória, se tu próprio não confias nela, o que podes esperar?




Fátima Alçada

A FORÇA DA MOTIVAÇÃO


Ajude o seu filho a enfrentar as dificuldades

 com “espírito vencedor”


Consulte o  artigo " Como ajudar o seu filho nos estudos"

PEDIDO AOS PAIS



Pais, verifiquem se estudamos,
Mais atenção às disciplinas de que não gostamos.
Pais, verifiquem a caderneta,
Para assinar é preciso a caneta.
Pais, se nos portarmos mal tomem medidas.
Oh! Porque é que falei, vão-nos tirar as bolas da Adidas.

Pais, verifiquem se os nossos cadernos estão organizados
Ui! Acho que os meus estão "marados".
Pais, verifiquem e assinem as mensagens,
De preferência sem paragens.
Pais, verifiquem se levamos o material necessário,
E também um bom vestuário.
Pais, se tivermos problemas, falem com a D.T.
Que não é Papão nem é E.T.
Mas sabe sempre o que fazemos nas aulas,
Pior era estar dentro de jaulas.
Aluno do 5º ano da Escola EB 2,3 de Leça da Palmeira

EDUCAR PELO EXEMPLO




Os pais são as personagens mais observadas pelos filhos. Assim, e sem dramas, é preciso ter cuidado com as mensagens que se passam. A  força do exemplo e da coerência é parte fundamental da educação.

Fátima Alçada

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

E SE FOSSES TU?

O dia internacional da pessoa com deficiência, 3 de Dezembro, é uma data comemorativa internacional promovida pelas Nações Unidas desde 1998, com o objectivo de promover uma maior compreensão dos assuntos concernentes à deficiência e para mobilizar a defesa da dignidade, dos direitos e o bem-estar dos indivíduos.
Compete a todos nós contribuir para inclusão dessas pessoas e ajudar na redução do seu grau de incapacidade. O teu papel é importante e passa, em primeiro lugar, pela forma como te relacionas com elas. Tens aqui algumas sugestões de como interagir quando te cruzares com uma pessoa com deficiência:
  1. Conhece bem a pessoa antes de lhes fazeres perguntas sobre a sua deficiência.

  1. Usa a expressão «pessoa com deficiência em vez de deficiente».

  1. Evita dizer «casa de banho para deficientes» e opta dizer «casa de banho acessível».

  1.  Evita expressões como diminuído, incapacitado, inválido.

  1. Não te sintas envergonhado de dizer expressões, como «vemo-nos amanhã» ou «dá-me uma mãozinha», que possam estar relacionadas com a deficiência da pessoa.

  1. Não identifiques uma pessoa nos termos da sua deficiência. Em vez de «o epiléptico» refere que pessoa «X» tem epilepsia.

  1. Muitas pessoas não gostam do termo «deficiente mental». Em vez disso usa a expressão «pessoa com deficiência intelectual».

  1.  Em vez de «vítima de…», «sofre de…» ou «doente de…» diz «pessoa que tem…»; «pessoa com…»

  1. Em vez de «limitado à cadeira» usa a expressão «pessoa que se desloca em cadeira de rodas» ou «pessoa com deficiência motora».

  1. Não assumas que a pessoa necessita de ajuda. Dá-lhe tempo para fazer aquilo que ela conseguir, ajudando apenas e da forma que lhe for pedido. Quando ofereceres ajuda, espera pela resposta.

Fonte: Portal do Cidadão



Se ocorrer alguma situação embaraçosa, uma boa dose de delicadeza, sinceridade e bom humor nunca falham.


Editado por Fátima Alçada